À medida que avançamos no entendimento sobre o funcionamento de nosso cérebro, também mudam as metáforas que empregamos para aplicar novas referências próprias. O biólogo de Harvard Richard Lewontin referiu-se ironicamente a esta evolução com estas palavras:
- "Em um dia o cérebro foi uma central telefônica, logo um holograma, logo um computador digital elementar, logo um computador de processamento paralelo e agora é um computador de processamento distribuído".
À medida que penetramos no cérebro, descobrimos que não funciona como se estivesse dotado de cabos e racks, nem também com simples códigos binários de computador. Porque o cérebro não é software e nem é hardware. É wetware. É uma selva darwiniana, tal e qual descreveu o Nobel de Biologia Gerald Edelman: conjuntos de neurônios que competem uns com outros pelo predomínio à hora de responder aos estímulos do meio.
O cérebro não é hardware nem software: é wetware!
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