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Quem disse que o Brasil Não tem Agencia Espacial?

Estamos Aqui para tirar essa duvida, que intriga todo.

o Brasil tem Agencia Espacial?
a Resposta é sim!
e quem quiser conferir, é só clicar aqui
http://www.aeb.gov.br/

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10 produtos do dia-a-dia feitos com petróleo


Se você só se preocupa com o preço do petróleo na hora de ir a um posto de gasolina, saiba que a presença dessa substância (ou de seus derivados) em nosso dia-a-dia vai muito além do tanque de combustível – inclusive na sua mesa. Confira:

10 – COSMÉTICOS

Se não fosse a indústria do petróleo, aquele creme perfumado que você comprou recentemente provavelmente não existiria – derivados de petróleo (como óleos, perfumes e ceras) compõem cerca de 80% de um cosmético. Xampus, condicionadores e tinturas para cabelo também devem sua existência àquele óleo negro resultante de milhares de anos de decomposição de organismos.
9 – BORRACHA SINTÉTICA

Mais forte e resistente a mudanças intensas de temperatura, a borracha sintética normalmente substitui o látex em diversos produtos, como artigos esportivos, tênis e pneus – em geral, um pneu demanda o equivalente a 8 galões de petróleo. A borracha sintética também é usada em fiações e isolamento de cabos, mas seu custo elevado impede que seja usada com mais frequência.
8 – LUBRIFICANTES

Em carros, o óleo lubrificante reduz o atrito entre peças do motor, evitando que se desgastem muito depressa. Vela de parafina também contém lubrificante – um produto que, dependendo do caso, leva 90% de petróleo em sua composição.
7 – REMÉDIOS

Parece estranho usar em medicamentos uma substância altamente poluente, mas não há como negar: muitos remédios (em especial os analgésicos e, curiosamente, até mesmo os homeopáticos) contêm benzeno, um derivado do petróleo.
6 – PRODUTOS DE LIMPEZA

Quem imaginaria que um óleo que deixa manchas praticamente irremovíveis serviria de base para produtos de limpeza? Quase todos são compostos por uma série de ingredientes artificiais que podem matar uma pessoa ou deixar a louça brilhando como nova.
5 – ASFALTO

Quem é engenheiro civil sabe que o que a maioria das pessoas chama de “asfalto” é, na verdade, “concreto asfáltico” – uma mistura especial de diversos minerais que é mantida unida graças (aí sim) ao asfalto propriamente dito, um derivado semi-sólido de petróleo. Estima-se que existam cerca de 18 milhões de quilômetros de ruas pavimentadas no mundo todo, o que corresponde a uma quantidade respeitável de asfalto (e de petróleo).
4 – TECIDOS SINTÉTICOS

Em geral mais baratos que os naturais, os tecidos sintéticos (como náilon, acrílico, spandex e poliéster) são largamente usados tanto em roupas quanto em produtos “de casa”, como cortinas e carpetes. Se não fosse o petróleo, sua gaveta de meias provavelmente estaria menos cheia.
3 – COMIDA

Se você achou estranho que derivados de petróleo estivessem presentes em remédios, provavelmente vai ficar chocado ao saber que eles também são usados direta (em corantes, flavorizantes e conservantes) ou indiretamente (em fertilizantes artificiais e pesticidas) na produção de alimentos.
2 – PLÁSTICO

Um dos usos mais conhecidos de derivados de petróleo é a produção de plástico, um composto sintético extremamente presente no dia-a-dia da maioria das pessoas – encontrado em garrafas d’água, caixas de DVD e naqueles copos descartáveis que muita gente usa em festas e até no trabalho.
1 – COMBUSTÍVEL

Por fim, o uso mais previsível do petróleo é na produção de combustíveis: gasolina, diesel e combustível de avião respondem por cerca de 72% do consumo total de petróleo no mundo. Agora que você já conhece a grande versatilidade do petróleo, provavelmente não vai estranhar que os combustíveis sejam tão diferentes, mesmo vindo da mesma fonte.


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E Para Finalizar o dia: As 10 Cobras Mais Venenosas Do Mundo!


Essa não é uma lista agradável, mas na pior das hipóteses, é útil.
Não desejo que você encontre uma cobra peçonhenta por aí, mas pelo menos agora você vai saber reconhecer as 10 piores delas, e tentar (o máximo que puder) ficar longe.
Confira:
1) CASCAVEL

A cascavel é facilmente identificável pelo chocalho na ponta de sua cauda. Elas fazem parte da família da jararaca. Única serpente das Américas dessa lista, a cascavel representa bem seu continente. Surpreendentemente, os filhotes são considerados mais perigosos do que os adultos, devido à sua incapacidade de controlar a quantidade de veneno injetado. A maioria das espécies de cascavel tem veneno hemotóxico, que destrói tecidos, órgãos e causa coagulopatia (interrompe a coagulação do sangue). Cicatrizes permanentes são muito prováveis no caso de uma picada venenosa. Mesmo com tratamento imediato, sua mordida pode levar à perda de um membro ou à morte. Dificuldade em respirar, paralisia, salivação e hemorragias também são sintomas comuns. Mordidas de cascavel, especialmente de espécies maiores, são muitas vezes fatais. No entanto, antiveneno, quando aplicado a tempo, reduz a taxa de mortalidade para menos de 4%.
2) COBRA-DA-MORTE

Apropriadamente chamada cobra-da-morte, a espécie é encontrada na Austrália e Nova Guiné. Ela caça e mata outras serpentes, inclusive algumas dessa lista, geralmente através de emboscada. Parece bastante com as víboras, já que tem cabeça em formato triangular e corpos pequenos e achatados. Normalmente, injeta em torno de 40 a 100mg de veneno nas vítimas. Uma mordida não tratada da cobra-da-morte é uma das mais perigosas do mundo. O veneno é uma neurotoxina; uma picada provoca paralisia e pode causar a morte dentro de 6 horas, devido à insuficiência respiratória. Os sintomas geralmente alcançam seu auge em 24 a 48 horas depois do ataque. Antiveneno é muito bem sucedido no tratamento de sua mordida, particularmente devido à progressão relativamente lenta dos sintomas. Antes de desenvolvimento do antiveneno, uma mordida da cobra-da-morte tinha uma taxa de letalidade de 50%. Com o ataque mais rápido no mundo, a cobra-da-morte pode ir do chão à posição de ataque (e voltar) dentro de 0,13 segundos.
3) VÍBORAS

Elas são encontradas em quase todo o mundo, mas sem dúvida a mais venenosa é a víbora serrilhada e a víbora de Russel, encontradas principalmente no Oriente Médio e na Ásia Central (especialmente Índia, China e Sudeste Asiático). Víboras são rápidas e geralmente noturnas, muitas vezes ativas após chuvas. A maioria das espécies tem veneno que causa dor no local da picada, seguido imediatamente de inchaço do membro afetado. A hemorragia é um sintoma comum, especialmente a partir da gengiva. Há uma queda da pressão arterial e da frequência cardíaca. Bolhas ocorrem no local da picada. A necrose é geralmente superficial e limitada aos músculos perto da mordida, mas pode ser severa em casos extremos. Vômito e inchaço facial ocorrem em aproximadamente um terço dos casos. A dor severa pode durar de 2 a 4 semanas. Descoloração pode ocorrer em toda a área inchada, além de extravasamento de plasma para o tecido muscular. A morte por septicemia, insuficiência respiratória ou cardíaca pode ocorrer entre 1 e 14 dias após a mordida, ou mesmo mais tarde.
4) NAJA

A maioria das espécies de naja não entraria nessa lista, mas a cobra cuspideira das Filipinas do Norte é a exceção. Seu veneno é o mais mortal de todas as espécies de naja, e elas são capazes de cuspi-lo até 3 metros longe. O veneno é uma neurotoxina que afeta a função cardíaca e respiratória, e pode causar neurotoxicidade, paralisia respiratória e morte em 30 minutos. Sua picada provoca apenas danos mínimos no tecido. Os sintomas podem incluir dores de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia, tontura, desmaio e convulsões.
5) SERPENTE-TIGRE

Encontrada na Austrália, essa cobra tem um veneno neurotóxico muito potente. A morte por mordida de serpente-tigre pode ocorrer dentro de 30 minutos, mas normalmente leva 6 a 24 horas. Antes do desenvolvimento de um antídoto, a taxa de mortalidade de serpentes-tigre era de 60 a 70%. Os sintomas podem incluir dor localizada na região do pé e pescoço, formigamento, dormência e sudorese seguida por dificuldades respiratórias e paralisia. Essa cobra geralmente foge se encontrada, mas pode se tornar agressiva quando encurralada. Ataca com precisão infalível.
6) MAMBA-PRETA

A mamba-preta é encontrada em muitas partes do continente africano. Elas são conhecidas por sua agressividade e ataque de precisão mortal. Elas também são as cobras terrestres mais rápidas do mundo, capazes de atingir velocidades de até 20 km/h. Podem atacar 12 vezes seguidas. Uma única mordida é capaz de matar entre 10 e 25 adultos. Seu veneno é uma neurotoxina de ação rápida. A mordida fornece cerca de 100 a 120 mg de veneno, em média, no entanto pode fornecer até 400 mg. Se o veneno atingir uma veia, 0,25 mg/kg é suficiente para matar um ser humano em 50% dos casos. O sintoma inicial da picada é dor local na área da mordida, embora não tão grave quanto de cobras com venenos hemotóxicos. A vítima experimenta uma sensação de formigamento na boca e extremidades, visão dupla, confusão, febre, salivação excessiva (incluindo espuma na boca e no nariz) e ataxia acentuada (falta de controle muscular). Se a vítima não receber atenção médica, os sintomas progridem rapidamente para graves dores abdominais, náuseas e vômitos, palidez, choque, nefrotoxicidade, cardiotoxicidade e paralisia. Eventualmente, a vítima experimenta convulsões, parada respiratória, coma e morte. Sem antiveneno, a taxa de mortalidade da cobra é de quase 100%, entre os mais altos de todas as serpentes venenosas. Dependendo da natureza da picada, a morte pode vir entre 15 minutos e 3 horas.
7) TAIPAN

Essa cobra da Austrália tem um veneno forte o suficiente para matar até 12.000 porquinhos-da-índia. Já foi comparada a mamba-preta africana na morfologia, ecologia e comportamento. Seu veneno coagula o sangue da vítima, bloqueando as artérias ou veias. Também é altamente neurotóxico. Antes do desenvolvimento de antídotos, não havia sobreviventes conhecidos de uma picada de Taipan. A morte ocorre tipicamente dentro de uma hora. Mesmo com o sucesso na administração de um antiveneno, a maioria das vítimas tem uma estadia extensa em cuidados intensivos.
8 ) KRAIT MALASIANA

Encontrada em todo o sudeste da Ásia e da Indonésia, mesmo com antiveneno, 50% das mordidas dessa cobra são fatais. Antes do desenvolvimento de um antídoto, sua letalidade era de 85%. Kraits caçam e matam outras serpentes, mesmo canibalizando outras Kraits. Elas são uma raça noturna, e são mais agressivas sob a escuridão. No entanto, em geral são muito tímidas e preferem se esconder a lutar. Seu veneno é uma neurotoxina, 16 vezes mais potente que o de uma naja. Rapidamente induz a paralisia muscular, seguida por um período de enorme excesso de excitação (câimbras, tremores, espasmos), que finalmente termina em total paralisia. Felizmente, picadas de Kraits são raras devido à sua natureza noturna. Mesmo que o antiveneno for administrado a tempo, a pessoa está longe da sobrevivência garantida. A morte geralmente ocorre dentro de 6 a 12 horas. Mesmo se o paciente chegar ao hospital, levando em consideração o tempo desse transporte, coma permanente e até mesmo morte cerebral por hipóxia podem ocorrer.
9) COBRA MARROM

Como muitas outras, a cobra marrom também prefere morar na Austrália (pensando duas vezes antes de ir pra lá, não?). Não deixe seu nome inócuo lhe enganar: cerca 1/500 gramas de seu veneno é suficiente para matar um ser humano adulto. De sua espécie, é a mais venenosa. Mesmo filhotes podem matar um ser humano. Ela se move rapidamente, podendo ser agressiva em certas circunstâncias. Houve casos em que perseguiu seus agressores e os atacou repetidamente. Seu veneno contém neurotoxinas e coagulantes de sangue. Felizmente para os seres humanos, menos da metade de suas picadas contém veneno, e elas preferem não morder se possível. Apenas reagem ao movimento, então fique muito parado se encontrá-la alguma vez na vida.
10) COBRA-DE-BARRIGA-AMARELA OU TAIPAN-DO-INTERIOR
Essa espécie tem o veneno de cobras terrestres mais tóxico do mundo. A produção máxima registrada por uma mordida é de 110mg, o suficiente para matar cerca de 100 seres humanos, ou 250.000 ratos. Ela é 10 vezes mais venenosa que a cascavel, e 50 vezes mais venenosa do que a naja comum. Felizmente, a taipan-do-interior não é particularmente agressiva e é raramente encontrada pelo homem na natureza. Nenhuma fatalidade já foi registrada, embora ela pudesse matar um ser humano adulto em 45 minutos.
BÔNUS: SERPENTE MARINHA DE BICO

Essa cobra marinha é encontrada nas águas do sudeste asiático e na Austrália setentrional. É a serpente mais venenosa conhecida do mundo: alguns miligramas de seu veneno são fortes o suficiente para matar 1.000 pessoas. Porém, menos de um quarto de suas mordidas contém veneno; elas são relativamente dóceis. Pescadores são geralmente as vítimas dessas picadas, quando encontram as espécies em redes lançadas ao mar.





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10 dicas fundamentais para sobreviver a um inverno nuclear


Ninguém gostaria de ter de enfrentar uma guerra nuclear. Nos anos 1960, a Crise dos Mísseis Cubanos levou o mundo à beira de uma, mas a humanidade até agora conseguiu evitar um evento potencial de extinção.
As colheitas vão morrer, e em seguida os animais. O colapso na cadeia alimentar poderá levar á extinção da raça humana.O inverno nuclear é um conceito teórico. Os cientistas acreditam que caso ocorra uma guerra nuclear, quantias imensas de cinzas serão lançadas à estratosfera, que por sua vez serão espalhadas pelo planeta pelos ventos, bloqueando o sol e fazendo a temperatura cair.
O inverno nuclear poderá durar anos, ou mesmo décadas, e, enquanto ele existir, qualquer humano que tenha sobrevivido à guerra nuclear não vai poder restabelecer a civilização. A única maneira de garantir a sobrevivência da raça humana é ter um manual de sobrevivência a um inverno nuclear. Confira:

1 – MUDE-SE PARA O CAMPO
Quem vai sobreviver às explosões iniciais de um inverno nuclear é algo decidido pela localização geográfica.
Estimativas feitas durante os anos 1960 indicaram que se a Rússia lançasse um ataque total aos Estados Unidos, entre 100 e 150 milhões de pessoas morreriam nas primeiras explosões – mais de dois terços da população norte-americana na época.
As principais cidades ficariam totalmente inacessíveis, tanto pela explosão quanto pela radioatividade que a acompanharia. Ou seja, se você vivesse em uma cidade, provavelmente estaria condenado. Mas se vivesse no campo, teria pelo menos uma chance moderada de sobreviver ao início do inverno nuclear.
2 – ABANDONE SUAS CRENÇAS RELIGIOSAS
Esta dica (e a imagem) podem ser controversas, mas existem várias razões bem sólidas pelas quais as crenças religiosas podem vir a atrapalhar os esforços de um potencial sobrevivente de uma guerra nuclear.
Primeiro, ir para a igreja todo domingo não vai ser a prioridade número um depois de um holocausto nuclear. E, falando mais sério, para sobreviver, podem ser necessários atos que muitas pessoas religiosas (e morais) poderão considerar impensáveis.
A mentalidade do sobrevivente terá que ser definitivamente maquiavélica: o mundo vai ser de quem pegar primeiro, e qualquer problema moral ficará em segundo plano, em relação a sobreviver a qualquer custo.
Se a religião proíbe certos alimentos, será necessário abandonar estas restrições de dieta e comer o que estiver disponível.
3 – EXECUTE OU SOLTE SEUS BICHOS DE ESTIMAÇÃO
Você sobreviveu ao impacto inicial e agora é um ateu vagando pelos campos. E agora? Sabe o seu bichinho de estimação? Ele precisa de comida, água e cuidados, e não vai ter muito amor por aí durante um inverno nuclear. Você não vai viver muito se cada naco de comida tiver que ser dividido com o Rex.
Quem tiver sangue-frio pode pensar em executar e devorar seus bichos de estimação, já que os alimentos vão ser bastante escassos. A maioria das pessoas, entretanto (eu espero), vão achar isto revoltante, então simplesmente deixe seu bichinho ir por aí no mundo, uma opção menos sociopata.
Pensando seriamente, novamente, quem sobreviver ao inverno nuclear terá que abandonar qualquer esperança de salvar seu peixinho dourado. Para os pequenos animais, a melhor opção talvez seja livrar-se deles, em vez de consumi-los – isto vai poupá-los de morrer lentamente de fome no futuro.
4 – PROTEJA-SE
Hora de um pouco de ciência: caso ocorram múltiplas explosões nucleares em grandes cidades, quantias enormes de cinzas e fumaça densa resultante dos incêndios serão jogadas na estratosfera, impedindo que a luz solar atinja a superfície do planeta por anos ou mesmo décadas.
As temperaturas irão cair drasticamente, e condições glaciais se manterão indefinidamente. Em outras palavras, a necessidade de roupas aquecidas não poderá ser subestimada. Se você não tiver nenhum casaco apropriado, terá que procurar.
Infelizmente, as condições perpétuas de congelamento não são as únicas preocupações. Os cientistas acreditam que a camada de ozônio vai ser destruída, o que significa que quantias imensas de radiação ultravioleta vão atingir a superfície do planeta, causando mortes por câncer de pele.
Para minimizar estes problemas, evite dormir ao relento, e sempre use algum tipo de capuz para proteger o rosto do frio e dos raios UV.
5 – ARME-SE
Se você vive em um país onde armas são facilmente obtidas e sua posse é legal, não deve ser difícil se armar contra ladrões ou possíveis canibais. Em condições de desespero, muitos sobreviventes vão roubar comida de outros sobreviventes, para evitar a fome.
Saquear a loja de armas locais pode ser uma opção viável para quem estiver nos Estados Unidos (ou outro país com controle de armas significativo), mas cuidado com o dono da loja armado.
Caso contrário, use algum tipo de faca para se proteger. Nos meses seguintes às detonações iniciais, a caça ainda será possível, por que os animais ainda não terão morrido de fome. Estoque o que puder de carne nos primeiros dias.
6 – APRENDA A RECONHECER CANIBAIS
À medida que os animais grandes forem extintos, é inevitável que os humanos recorram ao canibalismo para sobreviver. Provavelmente todo mundo vivo vai ter que considerar o canibalismo em algum ponto, se estiver faminto e encontrar um “cadáver saudável”.
Se você topar com outros sobreviventes, talvez eles tentem te ajudar ou te devorar, o que torna indispensável saber como diferenciá-los.
Pessoas que comem carne humana tendem a sofrer dos sintomas de Kuru, uma contaminação do cérebro que pode causar alguns sintomas facilmente discerníveis.
Por exemplo, se a pessoa caminha balançando de um lado para o outro e com dificuldade de caminhar em linha reta, provavelmente é uma boa ideia fugir, por que ela está bêbada ou tem Kuru.
Outros sintomas incluem tremores incontroláveis, e explosões de riso em ocasiões não apropriadas. O Kuru não pode ser tratado e a morte ocorre cerca de um ano depois de contrair a doença. Então não coma carne humana, com ou sem inverno nuclear.
7 – VIAJE SOZINHO
Os introvertidos estarão em vantagem em um ambiente pós-apocalíptico, pelo menos comparados com os que vão direto no celular sempre que se encontram sozinhos.
Ter uma família, especialmente com crianças, não é uma boa ideia, considerando a dificuldade para encontrar comida.
Ignore o clichê de gangues de bandidos viajando por aí, como as que Hollywood apresenta em filmes como “A Estrada” e “O Livro de Eli”; estes grupos não conseguiriam encontrar alimento suficiente para se manter a longo prazo.
Isto não quer dizer que você deva abandonar (ou canibalizar) sua família, mas encontrar um grupo grande para se juntar não é uma opção realista para quem quer evitar morrer de fome.
8 – COMA INSETOS
A diminuição drástica de luminosidade e chuva durante um inverno nuclear deve tornar impossível plantar alimentos, o que por sua vez deve tornar extintos muitos animais pela falta de comida.
Em consequência, insetos como formigas, grilos, vespas, gafanhotos e besouros são as criaturas com mais chance de sobreviver a longo prazo.
Eles também são fontes fantasticamente densas de proteínas para ajudar a manter os músculos: um gafanhoto tem a maior porcentagem, com 20g de proteína a cada 100g de inseto. Grilos por outro lado são ricos em zinco, e formigas são fontes fantásticas de cálcio.
Mesmo que os insetos possam não ser tão saborosos quanto uma porção de galinha frita, pelo menos é melhor que morrer de fome.
9 – SAQUEIE
Talvez esta seja uma das poucas diversões em um ambiente pós-apocalíptico: entrar em um shopping center e pegar tudo que te agradar sem receio de sofrer qualquer castigo.
Mas não fique muito alegre; esvaziar a caixa registradora vai ser algo inútil, com o colapso da civilização. Em vez disso, foque-se em quebrar as máquinas de refrigerante e de lanches.
Você também pode examinar as caixas de lixo se estiver muito faminto, ou então recolher os enlatados se estiver em boa saúde.
Além disso, é importante pegar roupas que ajudem a manter o calor. Em países sem restrições à venda de armas, pode ser que você também encontre armas para se defender.
10 – EVITE AS ÁREAS DE IMPACTO
A imagem acima mostra a cidade fantasma de Prypiat, cidade que foi evacuada devida a contaminação radioativa no desastre de Chernobyl em 1986.
A catástrofe causou 31 mortes imediatas por envenenamento radioativo e centenas de casos de câncer devido à exposição. Até hoje, a cidade não é habitável: os níveis de radiação são altos demais para alguém passar por lá sem correr perigo.
Depois de um holocausto nuclear, os níveis de radiação nos locais de impacto serão bem altos. Qualquer um que se aventure nas grandes cidades que foram bombardeadas irá sofrer envenenamento radioativo e perecer rapidamente.












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10 animais bizarros descobertos em 2012

Fim de ano é época de relembrar acontecimentos marcantes. A ciência teve vários desses momentos, especialmente no que diz respeito à descoberta de alguns dos animais mais estranhos do mundo. De vermes zumbis a peixes com pênis na cabeça, confira 10 animais bizarros encontrados esse ano:
1 – UMA TULIPA COM SISTEMA DIGESTIVO


Um fóssil antigo encontrado no Canadá parece um campo de tulipas congelado em rochas. Na verdade, essas criaturas semelhantes à flor são animais marinhos, diferentes de tudo que já vimos antes.
Siphusauctum gregarium viveu há 500 milhões de anos e se alimentava através de um filtro. O animal, do comprimento de uma faca de jantar, tinha uma “cabeça” bulbosa que contém um sistema de alimentação e um intestino bizarro. Em vez de filtrar água por alimentadores externamente, S. gregarium parece ter bombeado água através de sua “cabeça de tulipa”, capturando as partículas de alimento que passavam. Os cientistas não têm certeza de onde essa criatura incomum se encaixa na árvore evolutiva.
2 – CRIATURA BIZARRA PRESA EM CASULO
Cerca de 200 milhões de anos atrás, uma sanguessuga secretou um casulo viscoso sob água ou sob uma folha molhada, e um animal minúsculo da largura de apenas alguns cabelos humanos ficou preso a ele. Mal a criaturinha encostou no casulo, foi engolfada por inteiro. Essas circunstâncias incomuns resultaram em algo quase inédito: a preservação completa de um animal de corpo mole, sem ossos duros para fossilizar.
Os cientistas dizem que a criatura microscópica parece ser do gênero Vorticella (espécies de protozoários). Seu talento é se locomover usando sua cauda como uma “bobina” a uma velocidade de 8 centímetros por segundo, o equivalente a um ser humano percorrer três campos de futebol americano em um segundo.
3 – LÊMURE CANIBAL
Esse ano, enquanto estudavam o adorável lêmure rato cinza (Microcebus murinus) em Madagascar, pesquisadores se depararam com uma cena terrível: um macho da espécie se deleitando com a carne de uma fêmea morta.
Apesar de outros primatas (incluindo os humanos) já terem sido documentados praticando canibalismo, os cientistas nunca tinham visto um lêmure rato sequer comer outro mamífero. Os pesquisadores documentaram o caso no American Journal of Primatology.
4 – BICHO DE 750 PERNAS
Uma centopeia branca com 750 pernas em um corpo de apenas um a três centímetros foi descoberta esse ano. Illacme plenipes é a detentora do recorde mundial de “criatura com mais pernas”. É encontrada, curiosamente, em uma aérea de apenas 4,5 quilômetros quadrados no norte da Califórnia (EUA) – o que é duplamente estranho, porque seu parente vivo mais próximo mora na África do Sul.
As centopeias podem ter se espalhado por todo o planeta quando a maior parte da terra estava unida em um supercontinente, a Pangéia. Quando o supercontinente se separou em dois, 200 milhões de anos atrás, os parentes podem ter sido separados também.
5 – PREDADOR MARINHO QUE DEIXA TIRANOSSAURO REX NO CHINELO
Voltando a fauna marinha antiga, essa é uma criatura muito mais assustadora do que um animal que se parece com uma flor. “Predador X”, ou “pliossauro de Dorset”, um réptil marinho gigante que foi o maior predador dos mares 150 milhões de anos atrás, finalmente ganhou um nome científico, este ano.
Pliosaurus funkei, como é agora conhecido, tinha 12 metros de comprimento e um crânio de 2 metros. “Ele tinha dentes que teria feito um T. rex chorar”, disse o pesquisador Patrick Druckenmiller, paleontólogo da Universidade e Museu do Alasca (EUA).
6 – COBRAS COM TENTÁCULOS
No mês de outubro esse ano, oito cobras com tentáculos nasceram no Zoológico Nacional Smithsonian (EUA). Não era uma brincadeira de Halloween. A equipe do zoológico estava tentando cruzar a rara serpente aquática Erpeton tentaculatus por quatro anos até alcançar o sucesso. Essas bizarras serpentes do sudeste asiático são cobras com dois tentáculos pequenos sobre seus “focinhos”. Estes tentáculos agem como bigodes para ajudar as cobras a sentir as vibrações de peixes nadando por perto.
7 – PEIXE COM UM PÊNIS NA CABEÇA
Falando de animais marinhos estranhos, este peixe tem uma anatomia bizarra. Pesquisadores do Vietnã anunciaram em agosto a descoberta de um peixe com um pênis em sua cabeça.
Sim, um pênis. E não qualquer pênis – o órgão inclui um “gancho” para agarrar fêmeas durante o sexo. Os genitais delas estão localizados em sua garganta. A espécie é nomeada Phallostethus cuulong e é um dos poucos peixes que fertiliza ovos dentro do corpo feminino e não no exterior. O apêndice em forma de gancho parece ter evoluído para garantir que o esperma do macho chegue ao lugar certo.
8 – ESPONJA CARNÍVORA
Parece uma harpa ou um candelabro delicado, mas é na verdade uma esponja carnívora. A chamada “esponja-harpa” agarra e lentamente digere pequenos crustáceos antes mesmo de conhecê-los melhor.
Esta criatura bizarra nunca tinha sido observada por olhos humanos antes de 2000, quando uma equipe do Monterey Bay Aquarium Research Institute usou um submersível remotamente operado em águas de 3,5 km de profundidade ao largo da costa central da Califórnia (EUA). Mais tarde, eles capturaram dois espécimes do animal, que é cientificamente chamado de Chondrocladia lyra.
As esponjas se alimentam no fundo do oceano, deixando as correntes oceânicas levarem infelizes pequenos crustáceos até seus membros que parecem hastes – lá esses ficam presos, e são lentamente digeridos. Os “ramos de candelabro” podem maximizar o número de criaturas que essas esponjas carnívoras pegam.
9 – VERMES ZUMBIS
Se você precisa de mais provas dos horrores das profundezas, considere o verme zumbi, que se alimenta de ossos de baleias e outras criaturas do mar, apesar de não ter uma boca. Em julho deste ano, pesquisadores disseram ter descoberto como esta criatura sem boca come osso: ela excreta ácido.
O ácido permite que os vermes quebrem e absorvam o osso. Mas isso é apenas a ponta do iceberg de estranheza destas criaturas incrivelmente adaptadas. As fêmeas crescem a cerca de 3 centímetros de comprimento, mas os machos nunca ficam maiores do que 1 milímetro. Eles parecem viver nos tubos gelatinosos que cobrem as fêmeas, com nenhum outro propósito a não ser fertilizar seus ovos.
10 – TARTARUGA QUE FAZ XIXI PELA BOCA
Uma tartaruga encontrada na China muitas vezes mergulha a cabeça em poças de água na terra seca, o que era um mistério para os pesquisadores, uma vez que esses animais respiram ar. Agora, eles dizem ter descoberto o motivo: o animal (Pelodiscus sinensis)pode essencialmente fazer xixi pela boca.
Essas tartarugas excretam ureia, o principal componente da urina, através das brânquias em suas bocas, um talento visto anteriormente apenas em peixes. Esta pode ser uma adaptação das tartarugas ao ambiente salgado. Como elas não conseguem obter água doce suficiente para lavar ureia através de sua urina, transportam-na através de suas brânquias e depois enxaguam a boca cheia de ureia com água salgada
Boas Festas







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9 incríveis exoplanetas descobertos pelo telescópio espacial Kepler


O telescópio espacial Kepler foi criado para examinar estrelas parecidas com o sol, e buscar planetas que estejam dentro da “zona cachinhos dourados”, ou “zona habitável” dessa estrela, que seria a região do espaço em que a radiação emitida por ela permite que o planeta seja frio o suficiente para que a água não seja apenas vapor, mas não tão frio que esteja congelada.
Periodicamente, ele espia cerca de 156.000 estrelas nas constelações do Cisne e da Lira em busca de pequenas variações em sua luminosidade, o que indicaria um planeta passando em frente da estrela.
Quase todos os planetas identificados pelo Kepler levam o seu nome e fazem parte do catálogo gerado pelo telescópio. Depois do nome, há um número referente à estrela que foi examinada, e uma letra com inicial minúscula: o planeta mais próximo da estrela recebe a letra “b”, o seguinte, a letra “c”, e assim por diante (a estrela seria o objeto “a”).
Confira alguns dos planetas descobertos por Kepler:

Kepler-10b

Este é um planeta rochoso, denso e quente, com 1,4 vezes o tamanho da Terra. Ele não está na zona cachinhos dourados, já que orbita a sua estrela de forma muito próxima para haver vida como a conhecemos. É tão quente (mais de 1.380°C na superfície) que o ferro do planeta ferve e gra uma “cauda” de ferro e sílica, parecida com a de um cometa. Ele está 20 vezes mais perto da estrela do que Mercúrio do nosso sol, e um ano no Kepler-10b dura 0,84 dias do nosso. Sua densidade deve ser de cerca de 8,8 g/cm³, semelhante à do ferro.

Sistema Kepler-11

Este sistema tem uma estrela parecida com o nosso sol, orbitada por seis planetas. Às vezes dois ou mais planetas passam na frente da estrela juntos, como na concepção artística acima de um trânsito de três planetas. Este evento foi observado pela sonda Kepler em 26 de agosto de 2010. Kepler-11 está a 2.000 anos-luz de distância da Terra.

Compartilhando a órbita

O telescópio Kepler encontrou vários arranjos estranhos de planetas, que sugerem que nosso sistema solar não é a única forma de organizar planetas. Estes dois planetas co-orbitais, localizados no sistema de quatro planetas KOI-730, estão a 120 graus de distância, como enfeites pendurados no céu noturno um do outro.
Acredita-se que a lua tenha sido formada a partir da colisão de um planeta co-orbital, Theia, com a Terra, mas antes desta descoberta não havia evidência de planetas co-orbitais.

Kepler-16b, ou Tatooine

Esta é uma das mais famosas descobertas do Kepler, entre outros motivos por que transformou a ficção científica em realidade científica. O planeta, Kepler-16b, orbita uma estrela binária, como o planeta Tatooine de Guerra nas Estrelas.
Ele se parece com Saturno, se considerarmos sua massa e composição gasosa, e orbita sua estrela a uma distância semelhante à órbita de Vênus com o sol. As duas estrelas no sistema têm massa equivalente a 20% e 69% da massa do nosso sol. Combinadas, elas não tem a massa do sol, o que faz com que sua órbita seja provavelmente fria, colocando o planeta fora da zona habitável.
O planeta também é especial por causa da forma como foi descoberto – as estrelas binárias eclipsantes estavam descartadas da busca por que é mais difícil perceber um planeta nelas.

Kepler-22b

Kepler-22b tem 2,4 vezes o tamanho da Terra, e é o primeiro planeta que está orbitando confortavelmente a zona habitável de uma estrela parecida com o nosso sol. Os cientistas ainda não sabem se o planeta é rochoso, gasoso ou com composição líquida, e é possível que ele tenha nuvens em sua atmosfera, como nesta ilustração.

O planeta mais escuro

Este planeta, a apenas 750 anos-luz de distância, é muito escuro e difícil de ver. Ele é tão escuro que reflete apenas um porcento da luz que o atinge. TrES-2b é mais escuro que o carvão ou qualquer outro planeta ou lua já descoberto. Ele é menos refletivo que uma pintura de tinta acrílico preta. É realmente preto.

Um planeta evaporando na nossa frente

Este planeta, a apenas 1.500 anos-luz da Terra, parece estar evaporando bem na nossa frente. Nos próximos 100 milhões de anos, ele vai se desintegrar completamente.
O planeta está orbitando uma estrela catalogada como KIC 12557548 tão perto dela que completa uma órbita em apenas 15 horas, um dos períodos orbitais mais curtos já observados. Esta proximidade gera temperaturas superiores a 3.600 graus na superfície do planeta. Este calor extremo está fazendo com que o material rochoso evapore direto da superfície, formando um vento que o carrega para o espaço como gás e poeira.

Sistema Kepler-35

Kepler-16b acabou não sendo um sistema único. Esta figura do sistema Kepler-35 mostra um planeta do tamanho de Saturno orbitando um par de estrelas do tamanho do sol. A estrela maior tem praticamente o mesmo tamanho do sol, e a menor tem 79% do raio do sol.
As estrelas estão eclipsando uma a outra a cada 21 dias, mas as eclipses não são exatamente periódicas. Esta variação no período das eclipses motivou a busca por um planeta no sistema, que foi descoberto transitando as estrelas em uma órbita de 131 dias. A descoberta de Kepler-34 e Kepler-35 estabeleceu uma nova classe de planetas circumbinários, sugerindo que muitos milhões destes sistemas devem existir na Via Láctea.

Kepler-20e e Kepler-20f

Estes são os dois menores planetas encontrados pelo Kepler, e os dois dos mais parecidos com a Terra. Kepler-20e, em cima, orbita sua estrela a cada 6,1 dias, a apenas 7,5 milhões de quilômetros dela. Por conta dessa proximidade, a temperatura superficial do planeta atinge 760°C.
Kepler-20f, que está embaixo, tem 1,03 o tamanho da Terra, sendo o exoplaneta mais semelhante em tamanho ao nosso planeta já encontrado. Em termos de massa, ele tem um pouco menos que três vezes a massa da Terra, e está a cerca de 16 milhões de quilômetros de sua estrela (nós estamos a cerca de 149 milhões de quilômetros do sol), o que faz com que sua órbita dure apenas 19,6 dias. Sua temperatura superficial é de cerca de 444°C, mas os astrônomos acreditam que ele deve ter uma atmosfera rica em vapor de água.
Obs.: Todas as imagens do artigo são concepções artísticas, baseadas nos dados obtidos sobre os planetas.

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