Parece que tudo pode acontecer com Betelgeuse, a enorme estrela vermelha localizada em um dos vértices da constelação de Órion. De acordo com novos estudos, a estrela poderá se chocar com uma enorme parede de fragmentos que nem os pesquisadores sabem ao certo de onde vem.
Uma nova imagem do Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia, revelou que a velha estrela está localizada muito próxima de uma verdadeira barreira espacial, que segundo algumas teorias é o resultado do material ejetado durante a fase anterior da evolução da própria estrela.
No entanto, as novas cenas registradas pelo telescópio Herschel revelam que a muralha pode ser um objeto independente ligado ao campo magnético da galáxia ou então ser a borda de uma nuvem interestelar que está sendo iluminada por Betelgeuse.
Discussões teóricas à parte, os pesquisadores sustentam que se essa verdadeira muralha for de fato um objeto independente, estaria então em rota de colisão com as camadas externas já ejetadas pela estrela, contato que aconteceria em aproximadamente 5 mil anos.
No entender dos cientistas, o choque direto entre a estrela e a massa de partículas acontecerá 12.500 anos mais tarde.
Betelgeuse é uma estrela do tipo supergigante vermelha. Tem cerca de mil vezes o tamanho do nosso Sol e é 100 mil vezes mais brilhante. Para atingir esse estágio, a estrela já derramou no espaço grande parte do seu material, criando um enorme arco ao seu redor. É esse arco que deverá ser o primeiro a se chocar contra a muralha.
Os astrônomos preveem que Betelgeuse deverá passar por uma explosão do tipo supernova nos próximos 1000 anos, quando deverá brilhar pelo menos 10 mil vezes mais, com magnitude equivalente ao da Lua crescente. Outros astrônomos dizem que isso não deverá acontecer tão cedo.
Em ambos os casos, parece que a explosão cataclísmica de Betelgeuse acontecerá bem antes da colisão prevista. Sendo assim, se prepare. Quem viver verá!
Foto: Estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial. Herschel. Os arcos à esquerda são parte do material ejetado pela estrela, moldado pela interação entre a onda de choque e o meio interestelar. O pálido material à esquerda é a poeira que deve colidir com a estrela, em evento previsto para os próximos 5 mil anos. Crédito: ESA, Apolo11.com,superscience
Estrela Betelgeuse pode colidir com gigantesca muralha cósmica
Asteroide passará perto da Terra em fevereiro
O asteroide 2012 DA14 é de cerca de 40 metros de diâmetro, tem uma massa de 130.000 toneladas, está viajando em relação à terra, a uma velocidade de cerca de 6,3 km/s e vai passar e pelo menos 32.000 km no dia 15 de fevereiro.

Se ele atingisse a Terra, o resultado seria uma enorme explosão produzindo cerca de 2,5 megatons, mas Asteróide 2012 DA14 não vai bater o nosso planeta em 2013, e provavelmente nunca. Apesar da falta de um cenário sensacional, esta estreita ligação ainda merece nossa atenção. A chance irá permitir aos astrônomos aprender muito sobre asteroides, e representa uma das poucas chances para pessoas comuns de ver um asteróide passar muito perto da Terra.

2012 DA14 foi descoberto em 22 de fevereiro de 2012 pelo Observatório LaSagra nas montanhas de Andaluzia, sul da Espanha. A descoberta foi feita cerca de sete dias após o asteroide passar a cerca de 2,6 milhões de quilômetros da Terra em sua órbita ligeiramente elíptica de 366 dias em torno do sol. Esta órbita elíptica está ligeiramente inclinado em relação à da Terra, de modo que passa perto da Terra duas vezes por ano.

Em 15 de fevereiro deste ano, 2012 DA14 fará sua próxima passagem pela Terra. Os últimos cálculos mostram que a distância de aproximação máxima será de cerca de 34,100 km do centro da Terra, ou cerca de 27,700 km da superfície da Terra. Isto está bem abaixo do nosso anel circundado de satélites geoestacionários, que orbitam a uma distância de 42,160 km do centro da Terra.
Marte: Imagens mostram gigantesco leito de rio com 1500 km
Uma impressionante imagem registrada pela sonda europeia Mars Express reforça ainda mais a hipótese de que a água líquida já correu pela superfície marciana. A cena mostra um gigantesco leito sinuoso com 1500 km de comprimento, provavelmente de um antigo rio do tamanho do Rio Solimões.
Sempre que uma imagem em alta resolução do Planeta Vermelho é divulgada, chama a atenção as similaridades geológicas entre Marte e a Terra. São vales, montanhas e outras feições que lembram bastante os nossos desertos e que poderiam facilmente se passar por paisagens terrestres.
Além disso, as estruturas sinuosas e as ravinas são muitos semelhantes àquelas encontradas aqui na Terra e produzidas pela erosão causada pela água, o que faz os cientistas acreditarem cada vez mais que a água líquida já correu na superfície do planeta.
A imagem divulgada recentemente é mais uma dessas evidências geológicas e retrata um possível curso de água com mais de 1500 quilômetros de extensão repleto de afluentes e que há milhões de anos pode ter sido uma verdadeira bacia fluvial marciana.
A cena foi registrada pela sonda europeia Mars Express ao fotografar a região de Reull Valli, no polo sul de Marte. De acordo com os dados da agência espacial europeia, ESA, o canal tem cerca de 7 quilômetros de largura por 300 metros de profundidade.
No entender dos geólogos planetários que analisaram a imagem, as atuais feições de Reull Valli foram provavelmente formadas por fluxos de detritos e gelo durante o atual período geológico, chamado Amazoniano. No entanto, a formação do possível leito fluvial é bastante anterior e remonta ao chamado período Hesperiano, ocorrido entre 3,5 bilhões e 1,8 bilhão de anos atrás.
Apesar das fortes evidências de que a água líquida já correu pelo Planeta Vermelho, ainda não foram encontradas provas definitivas disso.
Além disso, uma das questões que mais intrigam os pesquisadores planetários é saber onde toda essa água foi parar, já que as dimensões dos leitos fluviais e ravinas marcianas são sempre de grandes dimensões e a quantidade de água que por ali fluiu não poderia ser desprezível. Teria ela se evaporado devido à baixa gravidade marciana ou estaria aprisionada abaixo da superfície, na forma de verdadeiros aquíferos marcianos?
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Aquecimento Global: Nasa confirma aumento da temperatura da Terra
Cientistas da Agência espacial americana, Nasa, divulgaram ontem o mais recente relatório sobre as anomalias de temperatura no planeta e confirmaram novamente que a temperatura média da Terra continua em elevação. Segundo a agência, 2012 foi o nono ano mais quente desde que começaram as medições em 1880.
O relatório apresentado compara as temperaturas ao redor do planeta observadas em 2012 com a média global registrada entre os anos de 1950 e 1980, conhecida como linha-base e o resultado indica que a Terra continua experimentando temperaturas cada vez mais elevadas do que nas décadas passadas.
Os dados foram apresentados pelo GISS, Goddard Institute for Space Studies, da Nasa e mostram que a temperatura média da Terra em 2012 ficou em 14.6 graus Celsius, cerca de 0,54 mais quente que o período da linha-base (1950-1980). O estudo também indica que a temperatura global média aumentou 0,8 grau desde 1980, ano em que as medições começaram.
Flutuações
Apesar dos aumentos médios verificados, os pesquisadores da Nasa enfatizam que os padrões meteorológicos sempre apresentarão flutuações na temperatura média ao longo dos anos, mas que o contínuo aumento nas emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa assegura que a temperatura média a longo prazo deverá continuar em elevação.
Cada ano sucessivo não será necessariamente mais quente que o ano anterior, mas com o nível de emissão de gases cada vez mais elevado faz prever que as próximas décadas serão sempre mais quentes que a década anterior.
Dióxido de Carbono
De acordo com o climatologista Gavin Schmidt, ligado ao GISS, a temperatura do planeta está subindo e a razão é a injeção crescente de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, embora alguns cientistas acreditam que a elevação observada do CO2 não seria suficiente para aumentar a temperatura do planeta ao nível observado.
O CO2 é um dos principais gases responsáveis pelo Efeito Estufa, que age como uma verdadeira armadilha que aprisiona o calor na troposfera. Ele é injetado no ar naturalmente durante a decomposição de materiais orgânicos, mas também através da queima dos combustíveis fósseis usados para geração de vários tipos de energia, principalmente o petróleo e o carvão.
O nível do CO2 na atmosfera vem crescendo constantemente ao longo das décadas. Em 1880, o nível de partículas presentes na atmosfera era de aproximadamente 285 partes por milhão (PPM). Em 1960, essa concentração já havia subido para 315 PPM e atualmente é de cerca de 390 PPM, de acordo com dados publicados diariamente pelo observatório de Mauna Loa, no Havaí.
Recorde americano
Ao mesmo tempo em que o planeta registrou um ano relativamente quente em 2012, a porção continental dos EUA registrou o ano mais quente de toda sua história.
"As temperaturas do verão americano em 2012 são um exemplo de uma nova tendência de extremos sazonais, com extremos mais quentes que aqueles observados em meados do século 20", disse um dos principais pesquisadores do GISS, James E. Hansen, que estuda o fenômeno do Aquecimento Global desde 1970.
Para o cientista, algumas estações ainda poderão ser mais frias que a média de longo prazo, mas uma pessoa perspicaz deverá notar que a frequência de extremos invulgarmente quentes está aumentando. "São os extremos que têm o maior impacto sobre as pessoas e a vida no planeta", disse Hansen.
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Nebulosas

Nebulosa da Lagoa
@Steve Mazlin, Jack Harvey, Rick Gilbert, and Daniel Verschatse

@Jesús Vargas (Astrogades) & Maritxu Poyal (Maritxu)

@Robert Gendler

@Canada-France-Hawaii Telescope, J.-C. Cuillandre

@Yuri Beletsky

@H. Bond et al., Hubble Heritage Team (STScI/AURA), NASA

@NASA, ESA, HEIC, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA)

@Bill Snyder (Bill Snyder Photography)

@NASA, ESA, J. Hester, A. Loll (ASU); Acknowledgement: Davide De Martin (Skyfactory)

@NASA, ESA, Andrew Fruchter (STScI), and the ERO team (STScI + ST-ECF)
Revelada a maior galáxia espiral


O maior aglomerado de galáxias do Universo
Astrônomos anunciaram ter observado a maior estrutura já vista no cosmos, um aglomerado de galáxias do Universo remoto que se estende por impressionantes quatro bilhões de anos-luz.







