Explosão de asteróide na Indonésia traz dúvidas sobre a segurança do planeta

impacto asteroide terra

Um asteróide que explodiu sobre a Indonésia com a energia de três bombas de Hiroshima no dia 08 de outubro volta a causar medo sobre a defesa do nosso planeta contra impactos espaciais. A preocupação é maior porque cientistas não localizaram o asteróide com telescópios, e se o objeto fosse maior, poderia ter causado um desastre na região. A pedra entrou na atmosfera no sul da Indonédia, e a explosão foi ouvida por centros de monitoramento a 16 mil quilômetros do local.
Estima-se que o asteróide tinha 10 metros de comprimento, e entrou na atmosfera a uma velocidade média de 72 mil quilômetros por hora. A explosão causada por ele foi equivalente à de 50 mil toneladas de dinamite. A explosão ocorreu a aproximadamente 15 a 20 quilômetros acima do nível do mar, por isso não causou danos ao solo. Entretanto, pesquisadores afirmam que, se o objeto fosse dez metros maior, poderia facilmente ter causado enormes danos e várias mortes.
De acordo com Tim Spahr, diretor de um centro de exploração espacial em Cambridge (EUA), é inevitável que asteróides pequenos passem despercebidos. Até hoje, pouquíssimos objetos espaciais menores que 100 metros foram vistos e catalogados por astrônomos. “Uma pesquisa que encontre todos os objetos de 20 metros custaria muitos bilhões de dólares”, diz Spahr.
A bola de fogo causada pela explosão pode ser vista em um vídeo amador feito na região (abaixo). Acredita-se que um asteróide ou fragmento de cometa de 60 metros teria causado uma enorme explosão sobre a Rússia em 1908, em Tunguska. a explosão é estimada em quase 15 milhões de toneladas de TNT.


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O assento do vaso sanitário é mesmo o local mais sujo da casa?



Se as pessoas tivessem que adivinhar qual o lugar mais sujo de suas casas, diriam normalmente “o vaso sanitário” ou pelo menos algum outro item do banheiro, não é o mesmo?
Apesar de qualquer coisa que tenha a ver com evacuação levar fama de “suja”, sinto-lhe informar que é mais seguro cortar seus legumes em um assento de vaso sanitário do que em uma tábua de cortar alimentos (utensílio de cozinha), já que a segunda tem 200 vezes mais bactérias fecais.
Quem chegou a essa conclusão foi o Dr. Chuck Gerba, professor de microbiologia da Universidade do Arizona (EUA), que estuda como as doenças são transferidas através do ambiente.
Seu trabalho envolve medir quantas bactérias são encontradas em utensílios domésticos, e de que tipos são. Ele particularmente procura por bactérias fecais, tais como a E. coli e aStaphylococcus aureus.
Em seus estudos, Gerba descobriu que no assento de toalete médio há cerca de 50 bactérias a cada 2,54 centímetros quadrados.
“É uma das coisas mais limpas da casa, em termos de micro-organismos”, diz. “É um padrão de ouro, não há muitas coisas mais limpas do que um assento de vaso sanitário quando se trata de germes”.
Isso pode ser porque todos temem que o banheiro fique sujo, então o limpam mais regularmente do que outras coisas, deixando-o sempre impecável.
O mesmo não é verdade para outros itens domésticos, no entanto. Bactérias vêm para a cozinha, por exemplo, por meio de produtos de carne crua ou vísceras de animais, onde um monte de bactérias fecais se origina.
E qual o item mais sujo em nossas casas? A esponja ou pano de cozinha. De acordo com Gerba, existem cerca de 10 milhões de bactérias por 2,54 centímetros quadrados em uma esponja, e um milhão em um pano de prato.
Em outras palavras, uma esponja de cozinha é 200.000 vezes mais suja do que um assento de vaso sanitário, e um pano de prato é 20.000 vezes mais sujo.
E é assim no mundo todo. “Sempre a coisa mais suja, de longe, é a esponja de cozinha”, diz John Oxford, professor de virologia da Universidade de Londres (Reino Unido) e presidente do Conselho de Higiene, um organismo internacional que compara os padrões de higiene em todo o mundo.
Seu mais recente estudo examinou amostras de casas em nove países diferentes, e descobriu que 21% dos panos de cozinha “visivelmente limpos” continham, na verdade, níveis elevados de contaminação. Os panos também falharam no teste bacteriano que procura por E.coli.
O estudo internacional também identifica bactérias fecais em outros lugares ao redor da casa. Essas já variam mais de um país para outro.
A Arábia Saudita tem os mais sujos frigoríficos, com 95% dos frigoríficos no estudo falhando no teste de bacteriologia para E.coli. Na África do Sul, o mais sujo item é a selagem em banheiros, com quase dois terços com níveis insatisfatórios de E. coli.
Embora seja indelicado dizer quais países são mais “sujos”, Oxford afirmou que países como Austrália e Canadá estão particularmente no topo da lista de higiene, enquanto países mais abaixo nessa lista são rotineiramente Índia e Malásia.

Fora de casa também há sujeira

Se a sua própria casa é suja, imagine outros locais. O escritório é um deles. O telefone, que as pessoas usam bastante, colocam perto da boca e não limpam com frequência, pode ser particularmente sujo.
Segundo Gerba, o ambiente de trabalho médio tem 400 vezes mais bactérias do que um assento sanitário.
O supermercado é outro local bastante sujo. Carrinhos de compras são especialmente ruins. E cerca de metade dos sacos de compras reutilizáveis têm bactérias fecais. Alguns têm mais bactérias fecais que roupas íntimas, porque estas são lavadas frequentemente, enquanto as sacolas não.

E agora, José?

E o que tudo isso significa para nós, em termos de riscos para a saúde?
E. coli é uma bactéria indicadora. Ela pode não causar, por si só, alguma doença horrível, mas indica que há fezes por perto, e ela pode conter outros organismos, como Salmonella e Shigella, que são muito virulentos.
Mas também não há razão para pânico, visto que todos nós tocamos essas coisas surpreendentemente sujas todos os dias, e no geral não ficamos constantemente doentes.
“Temos sorte que, como evoluímos mais de dois milhões de anos atrás, temos todo um conjunto de genes cuja única função é fazer com que o sistema imunológico entre em ação”, diz Oxford.
Porém, não fique tão dependente da sorte. Levante-se agora mesmo, esterilize-se sua tábua de cortar alimentos, troque sua esponja de lavar louça e lave sua sacola de compras.

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Ciêntistas Procuram Estudar o Genoma do Atirado.



Em um avanço que provavelmente reavivará um debate ético que vem ocorrendo há bastante tempo, geneticistas estão planejando discretamente o estudo do DNA de Adam Lanza, de 20 anos, que matou 20 crianças e sete adultos em Newtown, Connecticut. Seu trabalho será uma tentativa de descobrir pistas biológicas para a violência extrema.
Os pesquisadores confirmaram seus planos a uma porta-voz, na Universidade de Connecticut, mas se negaram a fornecer detalhes. Contudo, outros especialistas ponderaram que os geneticistas talvez procurem por mutações que podem estar associadas a doenças mentais e outras que talvez também possam aumentar o risco de violência.
Eles talvez analisem todos os genes de Lanza em busca de características incomuns, como duplicações, deleções ou mutações inesperadas dos genes, ou determinem seu genoma completo – os genes e regiões vastas de DNA que não são genes – em uma procura abrangente por anormalidades que possam determinar quais genes estão ativos e seu grau de atividade.
Contudo, não importa o que eles façam, ao que tudo indica essa será a primeira vez que uma equipe de pesquisadores tenta estudar em detalhes o DNA de executores de chacinas.
Alguns pesquisadores, como o Dr. Arthur Beaudet, professor da Faculdade de Medicina Baylor e presidente do departamento de genética molecular e humana da faculdade, aplaudem a tentativa. Ele acredita que atos realizados por pessoas como Lanza e outros atiradores envolvidos nas ações agressivas de alguns anos atrás – como os ocorridos na escola de ensino médio Columbine; em Aurora, no Colorado; na Noruega; em Tucson, no Arizona e na Universidade Virginia Tech – estão tão distantes da expectativa de um comportamento normal que só podem ser causadas por alterações genéticas.
"Não podemos nos permitir deixar de realizar essa pesquisa", afirma Beaudet.
Outros cientistas não estão tão certos quanto a isso. Eles estão preocupados com o fato de que essa pesquisa talvez estigmatize pessoas que nunca cometeram crimes, embora possuam as anormalidades genéticas encontradas nos executores de massacres.

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10 possíveis próximos passos da evolução humana

A evolução humana não é somente algo do passado. Embora tenhamos mesmo evoluído durantes todos esses milhões de anos, ainda não paramos de evoluir. Isso significa que ainda há muito espaço para melhoras, e, se a civilização continuar no mesmo caminho que trilha hoje, algumas grandes mudanças podem ser esperadas para os próximos 200.000 anos. Confira dez delas:

1 – MONOETNIA

Multiculturalismo é a essência da sociedade moderna. Não deve ser surpresa, então, que os seres humanos evoluam para um único grupo étnico, se a mistura das culturas continuar. Conforme a miscigenação se tornar mais comum, os seres humanos perderão lentamente as características distintivas de sua etnia, e assumirão características de diversas partes do mundo. Uma pesquisa até indicou que todos se parecerão como os brasileiros (um povo bastante miscigenado) em “pouco” tempo. Há uma vantagem óbvia nisso: “raça” já não será mais um problema.

2 – SISTEMA IMUNOLÓGICO FRACO




Conforme os seres humanos tornam-se mais e mais dependentes de medicamentos para a sobrevivência, o sistema imunológico vai enfraquecendo lentamente. A melhor maneira de explicar isso é com um exemplo: o uso de hormônios. Imagine um futuro em que, com a ajuda de suplementos, você possa regular seus hormônios para maximizar o seu bem-estar. Com o tempo, seu corpo se tornaria dependente dos hormônios adicionais, ao ponto de parar de fazer por si mesmo o que os suplementos podem fazer em seu lugar. Os processos que criam hormônios se tornariam menos importantes para a sobrevivência, uma vez que o seu corpo sempre tem o suficiente, graças aos suplementos. Depois de dezenas de milhares de anos, é provável que os seres humanos evoluam ao ponto de hormônios não serem mais criados organicamente dentro de nosso corpo.
Se ajuda externa fosse inteiramente responsável pela nossa sobrevivência, muitas de nossas funções internas poderiam se tornar obsoletas. Por que o seu corpo precisaria de um poderoso sistema imunológico se todos os patógenos pudessem ser curados com medicação? De fato, é uma desvantagem da utilização de medicamentos para combater doenças.
3 – MENOS MASSA MUSCULAR

Há duas causas previsíveis para o enfraquecimento físico gradual da raça humana. A primeira é a nossa crescente dependência da tecnologia – e de máquinas, em particular – para fazer o nosso trabalho sujo. Quanto menos cada geração depender da força física, mais provável é que toda a espécie fique mais fraca.
A segunda causa possível para a atrofia muscular é um pouco mais impressionante: envolve um cenário em que nós temos que mudar para o espaço. Em tal cenário, a força física é quase desnecessária para o dia-a-dia. Eventualmente, perderíamos a maioria de nossa massa muscular.

4 – MAIS ALTURA
A altura humana tem crescido rapidamente nos últimos dois séculos. Ao longo dos últimos 150 anos, a altura média da espécie aumentou 10 centímetros. Acredita-se que a principal força motriz por trás deste crescimento é a abundância de nutrição disponível para muitos de nós. Quanto mais a criança tem para comer, mais energia ele ou ela tem para crescer. Enquanto tivermos a capacidade de comer em excesso, a espécie vai continuar a crescer (e ficar mais alta). Se o céu é o limite, ou se a biologia vai nos parar em algum lugar, só o tempo – e a evolução – dirá.

5 – MENOS PELO

Já perdemos a maior parte do pelo do nosso corpo por uma série de razões. Seguindo esse caminho, é provável que os seres humanos se tornem ainda mais carecas ao longo do tempo. As mulheres, em particular, são frequentemente vistas como mais atraentes com menos pelo em várias partes de seus corpos. Como esse traço oferece vantagem a um indivíduo quando se trata de atratividade sexual, podemos postular que, ao longo do tempo, as mulheres evoluam para ter menos pelo. O mesmo pode ser dito para os homens, mas como há menos pressão social para que tenham pele lisa, a mudança permanente provavelmente ocorrerá mais lentamente.

6 – MUDANÇAS CEREBRAIS

A tecnologia já afetou a forma como a nossa memória funciona. O cérebro humano, sendo uma máquina em busca da máxima eficiência, tipicamente memoriza o ponto onde a informação é armazenada, em vez de a própria informação. É muito mais fácil de lembrar onde você colocou o livro com as informações do que recordar o conteúdo real do livro, não é mesmo? Na era da internet, essa peculiaridade mental tornou-se especialmente importante. Nós não tentamos mais decorar números de telefones, simplesmente os buscamos. Não tentamos lembrar de respostas, as pesquisamos na web,e assim por diante. Conforme a tecnologia se torna mais avançada, o nosso cérebro vai se adaptar a fim de maximizar sua eficiência, talvez em detrimento de nossa memória.

7 – DENTES MENORES

A mudança mais óbvia em nossos maxilares será o desaparecimento dos dentes do siso, que não tem mais utilidade aos seres humanos modernos. Muitos grupos étnicos já têm baixas taxas de ocorrência desse tipo de dente. Além disso, também podemos esperar que os nossos dentes fiquem menores. Ao longo da evolução do homem, tem havido uma tendência geral para dentes pequenos. Evidências mostram que nos últimos 100.000 anos, nossos dentes reduziram pela metade em tamanho. Nossos maxilares também encolheram. A tendência deve continuar, especialmente porque nossa comida é cada vez mais facilmente digerível.

8 – MENOS DEDOS DO PÉ

Antes dos humanos andarem eretos, nossos dedos eram usados para a luta, assim como nossas mãos. Conforme dependemos menos da escalada e mais de ficar de pé, nossos pés têm lentamente se reduziram ao seu tamanho atual. A evolução agora caminha para livrar-nos do nosso quinto dedo do pé, o menor. Em comparação com os dedos maiores que servem para nos dar equilíbrio e andar, os pequenos não servem de nada, e podemos sobreviver muito bem sem eles. Devido a isso, e por causa dos problemas que surgem a partir de sua existência desnecessária – como serem frequentemente esmagados em sapatos e em esbarrões com objetos -, podemos esperar que os humanos se tornem uma criatura de quatro dedos.

9 – CRÂNIOS MENORES OU MAIORES

Duas escolas de pensamento existem sobre a questão do volume do nosso crânio. Uma, que conta com o apoio de muitos cientistas, afirma que nosso crânio está no limite de seu tamanho. Qualquer pessoa que tenha dado à luz sabe que a cabeça de uma criança já é, para falar diplomaticamente, bastante grande. Por esta razão, muitos biólogos acreditam que uma cabeça maior tornaria o nascimento impossível – algo que o processo evolutivo eliminaria gradualmente rapidamente, sem dúvida. A grande cabeça no nascimento é também mais propensa a ferir ou matar a mãe. Assim, parece inevitável que o tamanho da nossa cabeça fique o mesmo, ou até menor.
No entanto, isso ignora o fato de que cesarianas são comuns e oferecem oportunidades para a sobrevivência de crianças com grandes cabeças. Na verdade, alguns acreditam que a cesárea acabará por ser mais segura do que o parto natural no futuro, o que leva à possibilidade de que as crianças com cabeças pequenas, naturalmente entregues, sobrevivam menos. Mas tal dependência seria perigosa para os seres humanos. Se humanos “cabeçudos” perdessem a capacidade de realizar cesarianas, poderíamos esperar uma extinção rápida.

10 – AUTOEVOLUÇÃO

Os seres humanos podem, eventualmente, chegar a um ponto no qual “forcem” a evolução em si mesmos através do uso da tecnologia. Seja através de órgãos biônicos, por exemplo, ou por meio de seleção genética, na qual futuros pais escolhem as características de seu filho antes do nascimento, a evolução humana deverá caminhar por essa estrada. Aseleção genética, em particular, pode levar rapidamente a um boom de “bebês projetados”, nos quais todos os defeitos e traços indesejáveis podem ser removidos. Se isso se generalizar, poderia potencialmente forçar muitos traços humanos (negativos ou não) à extinção.


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NASA cataloga milhares de asteroides em rotas próximas a Terra



Segundo uma nova pesquisa, cerca de 1.000 asteroides grandes o suficiente para causar danos catastróficos caso atinjam a Terra estão orbitando relativamente próximos de nós.

Esses números são resultado de um projeto da NASA, agência espacial dos EUA, ordenado pelo Congresso americano em 1998. A ideia era encontrar 90% dos objetos próximos da Terra que tem pelo menos 1 quilômetro de diâmetro ou mais.

A pesquisa está agora completa, com 93% dos objetos contabilizados. Usando o recentemente aposentado telescópio explorador infravermelho da NASA (WISE), os cientistas também encontraram cerca de 20.500 pequenos asteroides perto da Terra.

Estudos anteriores estimavam a existência de 36.000 a 100.000 desses objetos, que têm um diâmetro de cerca de 100 metros.

Segundo os cientistas, um impacto não é um evento muito provável. Mas também, uma grande colisão com um asteroide não é impossível – coisa que pode e inclusive já aconteceu. Os pesquisadores acreditam que um asteroide ou cometa entre 5 e 10 quilômetros de diâmetro colidiu com a Terra 65 milhões de anos atrás, provocando mudanças climáticas globais que levaram à extinção dos dinossauros e outros animais.

Agora, os cientistas estão usando observações arquivadas do WISE de objetos potencialmente perigosos cujas órbitas estão cerca de 7,4 milhões de quilômetros da Terra. Até o momento, não há nenhum plano sobre o que fazer se um asteroide for descoberto em rota de colisão com o planeta.

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Video : Nosso Planeta Terra a Noite



A NASA publicou um vídeo, em time-lapse, sobrevoando a Terra, filmado da Estação Espacial Internacional. Algo impressionante, mas não tanto — até que alguém resolveu dar uma mexidinha no filme.

Alguma pessoa com ótimas habilidades interpolou os frames originais para criar esse vídeo com movimentos tão suaves quanto seda.

Provavelmente criado com o mágico Twixtor, o novo vídeo roda a 30 frames por segundo. Confira as tempestades de raio no vídeo. Trocadilhos a parte, é uma visão de outro mundo.



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O asteróide Apófis irá colidir com a Terra, em 2036?




Em 2004, cientistas da NASA anunciaram que existia uma chance de Apófis colidir com a Terra, em 2029. Com algumas observações e cálculos adicionais, no entanto, os astrônomos concluíram que a chance do asteróide realmente atingir o planeta era quase nula. Mas a boa notícia trouxe outra preocupação.

Segundo um relatório russo, a possibilidade de colisão de Apófis com o nosso planeta ainda existe, somente com uma data diferente: 13 de abril de 2036. A previsão é de que em 2029, ao passar muito próximo da Terra, os 400 metros de diâmetro do asteróide irão atravessar uma espécie “buraco de fechadura” (em inglês, keyhole) gravitacional – uma região específica do espaço na qual a gravidade da Terra alteraria a trajetória do asteróide. Logo, em sua próxima passagem ao nosso redor, a colisão iria ocorrer.

Segundo os cientistas da NASA, a chance do desastre realmente existe. Contudo, em uma probabilidade de apenas um em 250 mil. O cenário mais provável, para eles, é que Apófis faça uma abordagem próxima da Terra em 2012 e no início de 2013, ocasiões em que será amplamente observado pelos astrônomos.

Após o estudo, caso seja constatado algum perigo na trajetória do asteróide, a NASA irá desenvolver os sistemas e as máquinas necessárias para mudar a órbita do asteróide, diminuindo a probabilidade de colisão em 2036 para zero.

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