NASA registra impressionante chuva de plasma sobre o Sol

Dizer que chove no Sol pode até parecer exagerado, mas é exatamente isso o aconteceu na superfície da estrela durante a ocorrência de um flare. Um evento simplesmente sensacional registrado pelas lentes do telescópio SDO.
Chuva Coronal

No dia 19 de julho de 2012, tudo parecia tranquilo na superfície do Sol e as imagens transmitidas pelo Observatório de Dinâmicas Solares, SDO, não mostravam anomalias significativas que pudessem chamar a atenção, até que de repente esse panorama começou a mudar.

Subitamente, uma explosão de média intensidade brilhou na superfície da estrela, dando origem a um gigantesco e cintilante loop de plasma que se elevou a mais de 100 mil km de altitude. Ao mesmo tempo em que subia, o gás superaquecido do arco passou a se precipitar sobre a superfície do Sol, provocando uma verdadeira chuva de plasma, batizada pelos físicos espaciais de Chuva Coronal.

Apesar de invisíveis, o campo magnético do Sol força o gás ionizado ejetado a se mover ao longo das linhas de força, enquanto a alta temperatura faz o gás brilhar intensamente no comprimento de onda ultravioleta de 304 Angstroms e captado pelos sensores do telescópio SDO.

De modo muito parecido com a formação da chuva terrestre, o plasma superaquecido da coroa solar sobe, "resfria e condensa" ao longo das linhas do campo magnético. Em seguida despenca, criando um belo e impressionante cenário espacial que lembra um típico temporal de fim de tarde.

Coisas do Sol!





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Quem disse que o Brasil Não tem Agencia Espacial?

Estamos Aqui para tirar essa duvida, que intriga todo.

o Brasil tem Agencia Espacial?
a Resposta é sim!
e quem quiser conferir, é só clicar aqui
http://www.aeb.gov.br/

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Meteoro na Rússia: A Nasa é realmente a guardiã espacial do mundo?

Desde que o meteoro de 17 metros de 10 mil toneladas explodiu sobre uma pequena cidade da Rússia, milhões de pessoas passaram a culpar a NASA por não ter avisado a população com antecedência. Mas será que essa responsabilidade global é tão somente da agência americana?
Meteoro russo

Quando as primeiras imagens da queda do meteoro começaram a correr o mundo, milhões de pessoas passaram a entender as consequências do choque de um meteoro contra nosso planeta. O evento não pertencia mais às fantásticas histórias de cinema, mas ao mundo real onde vivem as pessoas de verdade, que podem sofrer realmente as consequências de um impacto.

Apesar da queda do meteoro na Rússia ter pegado a todos de surpresa, justamente no mesmo dia 15 de fevereiro outro asteroide, batizado de 2012 DA14 e previsto pelos cientistas, passaria coincidentemente algumas horas depois nas proximidades da Terra.

Mesmo não havendo qualquer relação entre os dois eventos, hipótese descartada em primeira mão pelo Apolo11 logo nas primeiras horas após o choque, grande parte da população entendeu que a Terra poderia estar sendo bombardeada por rochas espaciais desprendidas do asteroide 2012 DA14. Muitos até acharam que a NASA havia errado nos cálculos e que o objeto que caiu na Rússia era na realidade o asteroide previsto para se aproximar no final da tarde.

Neste ponto, gostaríamos de esclarecer nossos leitores algumas falsas ideias sobre a NASA e porque a detecção de objetos não é de sua única responsabilidade, mas de toda a humanidade.


Sobre a Nasa
Antes de prosseguirmos, é importante entendermos que NASA é apenas uma agência espacial, como tantas outras que existem no mundo. O que diferencia a agência americana de outras é o seu gigantismo e uma coleção invejável de missões extremamente bem sucedidas. Isso fez dela um exemplo a ser seguido pelas organizações similares.

Além da grande capacidade tecnológica obtida em parceria com centenas de universidade, a NASA têm também uma capacidade muito grande de se comunicar com o público, em um trabalho de relações públicas muito eficiente. Um artigo ou palavra da NASA divulgado pela manhã estará em milhões de sites e blogs algumas horas depois.

Por que isso acontece? Porque a agência tem um histórico de credibilidade fabuloso, obtido justamente pela sua competência. E exatamente por isso ela também é lembrada quando algo misterioso ou imprevisto acontece no céu. Mesmo que a agência não tenha qualquer responsabilidade sobre o evento.


A Nasa é a guardiã espacial do mundo?
Após a queda do meteoro na Rússia, a agência espacial foi severamente questionada em todo o mundo por não ter previsto que uma rocha de 17 metros e 10 mil toneladas poderia se chocar contra a Terra. Afinal, se a agência consegue detectar objetos menores, por que esse bólido não foi visto e interceptado pela agência?
Meteoro_Russo
Não vamos entrar em detalhes sobre o porquê de tanta dificuldade em detectar asteroides ou meteoroides. Essa problemática já foi apresentada e pode ser lida neste artigo do Apolo11, que explica mais detalhadamente os motivos:

O que é importante deixar claro é que a NASA é apenas um entre outros centros de observação mundial que tenta escanear o céu em busca de asteroides próximos da Terra. Os dados e previsões informados não são exclusividade da NASA e muitos astrônomos amadores também ajudam a catalogar as pedras que vagam pelo espaço.

Naturalmente, pela grande capacidade de comunicação, essas previsões parecem sempre vir das páginas da agência americana, mas na maior parte das vezes a descoberta de asteroides ou cometas é divulgada antes no site do MCP, Minnor Planet Center, da União Astronômica Internacional, que é quem coordena a observações em nível global.


Agência Internacional de Vigilância Espacial
Como explicado no artigo acima citado, a detecção de rochas espaciais é uma tarefa bastante árdua, principalmente pelas características físicas e velocidade de deslocamento desses objetos. Isso impossibilita que uma única organização mundial consiga monitorar o céu 24 horas por dia e emitir alertas precisos sobre a aproximação e impacto.

Essa é uma tarefa muito cara e que requer esforços de todos os países e não unicamente da NASA.

Para que uma agência internacional de vigilância espacial possa realmente monitorar o céu e sugerir contramedidas eficazes será necessário muito mais que a boa vontade das nações. Será necessário gastar muito dinheiro anualmente em pesquisa e tecnologia de ponta, coisa que a grande maioria dos países não faz nem mesmo para benefício próprio.

Estaria o leitor brasileiro interessado em remanejar as verbas da saúde e da educação em direção à pesquisa de detecção de objetos próximos da Terra e que também poderiam atingir nosso país?



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Explosão do meteoro na Rússia foi ouvida em todo o mundo

A onda de choque produzida pelo meteoro que caiu na cidade de Chelyabinsk na sexta-feira foi tão intensa que pelo menos 17 estações que monitoram e detectam testes nucleares ao redor do mundo registraram o evento. Os cálculos mostram que a energia liberada foi equivalente a 25 bombas atômicas.
Infrassom de meteorito russo

De acordo com a CTBTO (Comprehensive Nuclear Test Ban Treaty Organization), entidade que monitora o cumprimento do tratado de não proliferação de armas nucleares, 17 das 60 estações responsáveis pela detecção de infrassons registraram a onda de choque produzida quando o meteoro se partiu na alta atmosfera.

Segundo o órgão, a explosão ocorreu exatamente as 03h22 UTC, ou 00h22 pelo horário de Brasília e foi registrada por instrumentos localizados na Groenlândia, África, Península de Kamchatka, na Rússia e em outras regiões afastadas.

O tipo de onda gerado durante a explosão tem frequência muito baixa, equiparada àquelas produzidas por terremotos e compreendidas entre 20 e 0.01 Hertz. Essas ondas não podem ser percebidas pelos seres humanos, que ouvem entre 15 Hertz e 15 mil Hertz, mas podem ser ouvidas por elefantes e baleias ou instrumentos adequados.
Matriz de detecção de infrassom

O CTBTO possui uma matriz de 60 detectores de infrassons que a ajudam os cientistas a determinarem o tamanho e localização das explosões atômicas na atmosfera. Essas explosões possuem padrões sonoros bastante diferentes daqueles produzidos pelos meteoros.

Força, Tamanho e Velocidade
Após a explosão do meteoro muitos números foram divulgados, mas na medida em que os dados científicos foram sendo apresentados, novos valores sobre a magnitude da explosão foram estimados e as estações do CTBTO tiveram papel crucial nessas investigações.

Analisando os dados das estações de infrassons, os cientistas puderam calcular que o bólido liberou cerca de 500 kilotons de TNT de energia, o equivalente a 25 vezes a força da bomba atômica que foi lançada sobre Hiroxima em 1945.

Além da energia cinética, a massa e velocidade do objeto também pode ser determinada com maior precisão e os últimos números mostram que o meteoro entrou na atmosfera da Terra a 60 mi km/h. No momento da entrada, a rocha tinha aproximadamente 17 metros de diâmetro e massa de 10 mil toneladas no momento da explosão.
Fragmentos do meteoro russo

Fragmentos encontrados
Cientistas da Universidade Federal dos Urais apresentaram no domingo (17/fev) os primeiros fragmentos do meteorito que atingiu a cidade de Chelyabinsk, no sul dos Montes Urais, na Rússia.

De acordo com o porta-voz da universidade, Viktor Grohovsky, os fragmentos foram encontrados ao redor do lago Chebarkul, na região de Tcheliabinsk. Segundo Grohovsky, as primeiras análises revelam que os fragmentos apresentam cerca de 10% de ferro em sua composição.


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Meteorito explode sobre a Rússia e deixa mais de 1000 feridos


Atualização: 15 fev 2013 - 17h05
Novas informações dão conta que o meteorito que atingiu a Russia tinha pelo menos 1/3 do tamanho de 2012 DA14. Isso é cerca de 20 metros de comprimento. Já não se trata mais de um meteorito, mas provavelmente um asteroide ou até mesmo um cometa.
Atualização: 15 fev 2013 - 15h38
De acordo com o periódico Nature, o meteoro que atingiu a região central da Russia é a maior rocha a atingir a Terra desde o evento de Tunguska, em 1908.

Segundo a Nature, a explosão foi mais poderosa que o recente teste militar da Coréia do Norte. Ainda de acordo com a revista, a massa da bola de fogo era superior a 40 toneladas antes de entrar na atmosfera. A estimativa anterior, feita pela Academia de Ciências da Rússia era de 10 toneladas.

Atualização às 13h42
Tamanho estimado do meteorito
Pelas características e extensão dos estragos é possível afirmar que o bólido que caiu na Rússia nesta sexta-feira tinha aproximadamente 5 metros de comprimento e não 1 metro como estimado inicialmente.

A análise de várias câmeras e o tempo de propagação da onda de choque indicam que a ruptura ocorreu entre 10 mil e 15 metros de altitude.

Até agora, pelo menos 3 possíveis áreas de impacto foram identificadas pelas autoridades russas.

Atualização às 09h49
Relação com asteroide 2012 DA14
A queda do meteorito na Rússia levantou uma série de suspeitas de que a rocha poderia ser algum fragmento pertencente ao asteroide 2012 DA14, que nesta sexta-feira fará uma aproximação rasante do nosso planeta. Gostaríamos de esclarecer que isso não procede.

O asteroide 2012 DA14 tem sua órbita perfeitamente calculada e caso algum fragmento se desprendesse do objeto principal, manteria a mesma trajetória prevista para o asteroide e como este, também passaria a cerca de 27 mil km de altitude.

Portanto, não há qualquer razão para especular sobre a possibilidade de mudança de rota do asteroide 2012 DA14 devido à queda de um meteorito ocorrida muitas horas antes na Rússia Central. O que aconteceu foi uma simples coincidência.

Meteorito cai sobre a Rússia e deixa mais de 100 feridos
Um meteorito de cerca de 1 metro de comprimento entrou na atmosfera e caiu na região russa de Tcheliabinsk, no sul dos Montes Urais. Segundo autoridades locais, mais de 500 pessoas ficaram feridas com a explosão, testemunhada por milhares de pessoas.
meteorito cai na rússia
O evento ocorreu à 01h20 pelo horário de Brasília (09h20 do horário local) a 80 quilômetros de Satka, uma cidade de 45 mil pessoas situada a cerca de 100 km da fronteira com o Cazaquistão e 2 mil quilômetros ao leste de Moscou.

A entrada na atmosfera provocou uma gigantesca bola de fogo seguida de uma violenta onda de choque que quebrou as vidraças de diversas casas.



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Como foi a APROXIMAÇÃO maxima do Asteroide 2012 D414


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Acompanhe ao vivo a aproximação do asteroide 2012 DA14


Atualização: 15 fev 2013 - 14h52
Já estamos com imagens ao vivo do asteroide 2012 DA14, direto dos observatórios de Murrumbateman, Gingin e Samford Valley, na Austrália!Assista Aqui

Na próxima sexta-feira, às 17h25 pelo horário de Verão, um asteroide de 140 mil toneladas e 60 metros de comprimento fará um impressionante voo rasante e passará raspando em nosso planeta. O evento será transmitido ao vivo, direto da Austrália.



Máxima Aproximação: 15 de fevereiro às 17h25 BRST (Horário de Verão)
Onde ver? Apolochannel Canal 3 a partir das 17h00 BRST


VEJA AO VIVO!
A transmissão ao vivo será feita pelo Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, o JPL e terá início 25 minutos antes da aproximação máxima. O evento terá comentários de especialistas e imagens ao vivo ou recuperadas (se o tempo meteorológico permitir) registradas por observatórios na Austrália. O tempo de transmissão será de 30 minutos.

Depois da máxima aproximação o asteroide ainda estará muito próximo da Terra e a transmissão ao vivo terá início algumas horas mais tarde, à meia-noite pelo horário de verão e se estenderá por 3 horas. As imagens serão captadas pelo telescópio do Marshall Space Flight Center, da Nasa, em Huntsville, Alabama.


Onde ver? Apolochannel Canal 4 a partir das 00h00 BRST do dia 16/02 (madrugada de sexta-feira para sábado)



Dados sobre o asteroide 2012 DA14
Designação: 2012 DA14
Descoberta: 23 fev 2012 / Observatório de La Sagra 
Categoria: Antes de 2013: Apollo. Após 2013: Aten. 
Período orbital: Antes de 2013: 366 dias. Após 2013: 317 dias. 
Rotação: +/- 6 horas
Altitude de aproximação: 27.700 km da superfície - 34.100 km do centro da Terra
Massa Estimado: 140 mil toneladas
Tamanho Aproximado: 60 metros
Velocidade: 28 mil km/h
Energia de impacto: 2.5 megatons





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